sábado, 8 de julho de 2017

MANUAL DE PARCELAMENTO DO MEI

MEI já pode aderir ao parcelamento de débitos - 05/07/2017

Começou, em 3 de julho, o prazo para adesão ao parcelamento de débitos do Microempreendedor Individual (MEI).

O programa possui duas modalidades de parcelamento e foi disciplinado pelas Instruções Normativas RFB nº 1.713/2017 e 1.714/2017.

1) Parcelamento Convencional - permite o parcelamento de todos os débitos declarados na DASN-SIMEI (INSS, ISS e ICMS), em até 60 parcelas mensais e prestação mínima de R$ 50,00.
Não há prazo para adesão ao parcelamento convencional.

2) Parcelamento Especial - permite o parcelamento de débitos declarados em DASN-Simei até o período de apuração (PA) maio/2016, em até 120 parcelas mensais e prestação mínima de R$ 50,00. O prazo para adesão ao parcelamento especial encerra-se no dia 02 de outubro de 2017, às 20 horas.

Os pedidos de parcelamento podem ser solicitados neste portal, menu Simei-Serviços > Parcelamento ou no Portal e-CAC.

Somente produzirão efeitos os pedidos de parcelamento formulados com o correspondente pagamento tempestivo da 1ª (primeira) prestação.

O MEI poderá optar* por:
  • um parcelamento convencional, contemplando todos os débitos;
  • um parcelamento especial, contemplando somente os débitos até o PA 05/2016; 
  • um parcelamento especial (para débitos até o PA 05/2016) e um convencional (para débitos posteriores a 05/2016), hipótese em que estará obrigado ao pagamento de duas parcelas. Neste caso, deverá, primeiramente, solicitar o parcelamento especial.
*Tendo em vista os prováveis montantes de débitos consolidados do MEI, o parcelamento convencional poderá ser mais adequado às suas necessidades.

Implicará rescisão do parcelamento:
  • a falta de pagamento de 3 (três) parcelas, consecutivas ou não, ou
  • a existência de saldo devedor, após a data de vencimento da última parcela do parcelamento.

A critério do MEI, poderão ser parcelados débitos não exigíveis, para fins da contagem da carência para obtenção dos benefícios previdenciários.

IMPORTANTE:
  • É condição para o parcelamento a apresentação da Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI), relativa aos períodos a serem parcelados.
  • Os débitos somente serão recuperados para parcelamento a partir do 5º dia útil após o envio da declaração (DASN-Simei). Este parcelamento não engloba os débitos de multa por atraso na entrega da DASN-Simei.
  • Além da(s) parcela(s), o MEI deve efetuar o pagamento do DAS relativo ao PA corrente, mensalmente.
  • Os débitos relativos ao ano-calendário de 2017 devem ser declarados na DASN-Simei a partir de primeiro de janeiro de 2018, com prazo de entrega até 31/05/2018, exceto na hipótese de extinção da empresa em 2017.

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sábado, 10 de dezembro de 2016

Empreendedorismo de Sobrevivência

Abrir a própria empresa pode parecer inalcançável para a maior parte da população, porém com a crise e a criação do empreendedor individual está fazendo com que essa ótica venha sendo encarada de modo diferente. Uma das coisas que fazem com que essa mentalidade esteja mudando é o fato que a crise atual fez com que a economia no geral apresentasse alta no número de demissões — neste ano, já foram fechadas 751 mil vagas formais no Brasil, conforme números oficiais do Ministério do Trabalho — tem empurrado muita gente para o caminho do empreendedorismo, trazendo desafios quanto à formalização e à gestão do negócio.




Uma das alternativas mais comuns para tocar um negócio dentro da lei é se tornar Microempreendedor Individual (MEI), uma forma simplificada e barata de formalização. O MEI trabalha por conta própria e pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo (R$ 880) ou o piso da categoria. Para se enquadrar, é necessário faturar, no máximo, até R$ 60 mil por ano (equivalente a R$ 5 mil por mês) e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

No primeiro semestre, o aumento nos registros de MEI foi de 9,7%, enquanto os negócios enquadrados como microempresas e outras formas jurídicas caíram mais acentuadamente 9% a 13%, dependendo do porte. Os dados são da Boa Vista SCPC.
Conforme o consultor de empresas Claudio Nasajon, o principal ponto positivo do MEI está na tranquilidade de atuar regularmente sem grandes burocracias, exigências estruturais e desoneração de carga tributária, fora o fato de que muitos autônomos passam anos na informalidade. Há vantagem previdenciária, com valor do benefício de um salário mínimo na aposentadoria e sem precisar contribuir num teto mensal mais alto, isto é, imposto simplificado e contribuição fixa conforme atividade exercida, além de benefícios antes não garantidos aos autônomos informais, tais como licença-maternidade, auxílio-doença, seguro por acidente de trabalho, acesso a financiamento e participação em licitação. O microempreendedor individual também tem à disposição linhas de crédito específicas de bancos públicos.

CONTINUE LENDO - PARTE 02: PORQUE SER MEI.
                                      PARTE 03: AS OBRIGAÇÕES.
                                      PARTE 04: ATIVIDADES PARA SAIR DA CRISE.

sábado, 26 de novembro de 2016

6 em cada 10 microempreendedores individuais estão devendo pra Receita

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CARTÃO SEM JUROS E SEM ANUIDADE.





Com o aumento do desemprego no país, o empreendedorismo por necessidade não para de subir e muitos desses empreendedores estão sofrendo para se manter em dia com a Receita.
No tempo em que a economia andava aquecida, Adriana começou a produzir festas. Até abriu um canal na internet, onde dá dicas de como decorar aniversários e casamentos. Adriana não tem patrão nem cumpre horários. Mas, com a crise, os clientes desapareceram.
"Fica um pouco dificil e, então, você dá prioridade para outras contas que vão cortar, conta de luz, conta de água e alimentação. Aí foi ficando um pouco de lado o MEI", conta a autônoma Adriana Quintanilha.
O MEI, programa do microempreendedor individual, tem 6,2 milhões de inscritos. Só entre janeiro e julho deste ano foram abertos 953 mil novos negócios desse tipo, uma alta de 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado, é o chamado empreendedorismo de necessidade, quando faltam oportunidades no mercado formal de trabalho, e hoje já representam 79,5% de todos as novas empresas abertas no país.
Para ser um empreendedor individual, é preciso ganhar até R$ 60 mil por ano e pagar uma contribuição mensal de até 50 reais. A empresa pode emitir CNPJ, pedir empréstimo, emitir nota fiscal e o trabalhador passa a ter direito à aposentadoria e a outros benefícios como licença-maternidade.
Mas, para Adriana e mais 2,5 milhões de pessoas, o fim da informalidade trouxe outro problema: a inadimplência. Ela estava devendo 15 parcelas, procurou o Sebrae e conseguiu renegociar a dívida.

LEIA MATÉRIA COMPLETA, CLIQUE AQUI.

domingo, 4 de setembro de 2016

Obama cria visto para quem quiser empreender nos EUA

Muitos empreendedores brasileiros possuem o sonho de abrir seu negócio nos Estados Unidos. O país possui uma tradição empreendedora, o que se traduz em desde uma facilidade maior para criar empresas até uma valorização dos empreendedores que se arriscam (e eventualmente falham).


Este desejo se tornou mais próximo: em breve, será mais fácil mudar-se para os EUA com o objetivo de criar uma startup.
O presidente Barack Obama impulsionou a criação de um "visto de startups", pelo qual empreendedores estrangeiros poderão passar até cinco anos nos Estados Unidos, construindo negócios inovadores. A expectativa é que a novo projeto de lei seja implementado até o fim do ano, quando Obama deixará o governo do país, escreve a Wired.
Na semana passada, a Casa Branca publicou um post em seu blog detalhando as razões para a medida
"Empreendedores imigrantes sempre fizeram contribuições excepcionais para a economia dos Estados Unidos, nas comunidades espalhadas pelo país. Imigrantes ajudaram a começar nada menos que um em cada quatro pequenos negócios e startups tecnológicas pelos Estados Unidos, e a maioria das startups do Vale do Silício. Estudos sugerem que mais de 40% das companhias do ranking Fortune 500 foram fundadas por imigrantes ou filhos de imigrantes."

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sábado, 2 de julho de 2016

O Efeito Justin Bieber: Com Ter Fãs Enlouquecidos Por Sua Marca





EMPRENDEDOR INDIVIDUAL CRIA BOMBONS DIFERENCIADOS E FATURA ALTO

Quando a venda dos imóveis começou a cair, o corretor Thiago Araújo Lleigue, de 28 anos, aproveitou o dom da esposa Bruna Martinez, de 24 anos, que fazia bombom para os eventos da igreja e começou a vender o produto nas ruas de Campo Grande. Após três anos, ele criou rimas para os 10 sabores de bombons e a máquina de cartão de crédito que impulsionaram as vendas em 50%.



Chegou o bombom de copinho que passa até cartãozinho"
Thiago Lleigue

REDE GRANA GANHE POSTANDO NAS REDES SOCIAIS
















Nas semanas que antecedem o Dia dos Namoradas, Thiago diz que a freguesia mudou a preferência de sabor e ele aposta que seja por causa da rima: “Quer um bombom de leite ninho para não ficar sozinho?”.
O sucesso do bombom no copinho é resultado do preparo do vendedor. Thiago conta que no primeiro dia voltou para casa com todos os bombons. Mas depois de ver um vídeo sobre vendas no Youtube, percebeu que a estratégia de venda dele estava errada.
“De início, ela me fez vender, mas não consegui vender nada no primeiro dia. Foi meio frustrante. Eu fui na Afonso Pena e na Santa Casa e percebi que eram lugares errados. Em outro dia, fui na lanchonete e em 30 minutos vendi os 50 bombons”, disse o vendedor.

Mesmo com o crescimento das vendas, Thiago não se acomodou. Ele viu outro vídeo e chegou à conclusão que “o marketing é a alma do negócio”. “Depois que comecei a fazer rima, aumentei 50% das vendas e, com a maquininha do cartão também”, afirmou Thiago.
Com a experiência, o vendedor sentiu a necessidade de estudar línguas. “Encontro de vez em quando uns estrangeiros, então comecei a estudar inglês. Até o fim do ano quero estar fluente”, completou.
Cada cor de fita representa um sabor de bombom. São 10 sabores oferecidos (Foto: Juliene Katayama/G1 MS)
Cada cor de fita representa um sabor de bombom.
São 10 sabores oferecidos
(Foto: Juliene Katayama/G1 MS)
Apesar da crise econômica que o país passa, o vendedor não tem do que reclamar. “Não senti queda nenhuma, só cresceu. Ano passado foi bom, mas esse ano foi melhor ainda”, enfatizou. Thiago diz que evita até de conversar com os concorrentes pessimistas. “Já mudei de casa, moro em apartamento, meu filho estuda em escola particular, quitei meu carro”, conta orgulhoso.
Pedido de todos
Thiago diz que o sabor mais pedido, ele ainda não tem que é o bombom fitness. Afinal, quem não quer se deliciar sem engordar. “Tem gente que me passa até receita. Eu prometi e tenho de cumprir. O problema são os ingredientes que precisam ser comprados pela internet”, disse.

O vendedor conta que já é conhecido e que tem clientes que o procuram pela noite campo-grandense. “Tem pessoas que vão atrás de mim e dizem: não vim na lanchonete, mas vim para te procurar”, conta.
Se quiser realxar tem bombom de maracujá"
Thiago Lleigue
Formalizar o negócio
Depois do preparo autodidata para vendas e das aulas de inglês, Thiago criou uniforme, o nome e a logo da marca. Mas o negócio não para e o próximo passo será formalizar a empresa. “Eu ainda estou ensaiando para fazer o MEI (Microempreendedor Individual) que vai formalizar. É o próximo passo. Eu passo máquina de cartão, mas é para Pessoa Física, não precisa de Pessoa Jurídica”, ressaltou.

Segundo o Sebrae, o trabalhador conhecido como informal pode se tornar um Microempreendedor Individual legalizado e passar a ter CNPJ. Com a formalização do negócio, terá facilidade para abertura de conta bancária, empréstimos e a emissão de notas fiscais.
Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar hoje até R$ 60 mil por ano ou R$ 5 mil por mês, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário-mínimo ou o piso da categoria.
O MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL.

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QUANDO A CRISE FAZ O EMPREENDEDOR

ESPECIAL DE VIDEOS SOBRE O TEMA E QUE SE RELACIONAM AOS EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS.