terça-feira, 9 de outubro de 2012

ESPECIAL MUNDO MEI: 3144 O CÓDIGO QUE NINGUÉM QUER

Ser catador é a pior das atividades do MEI segundo 95% das pessoas, direta ou indiretamente o segmento é deixado de lado e preconceitualizado.



Os motivos para tal rejeição são inúmeros: catador é associado a drogas, a marginalidade, é um trabalho não intelectual, as condições estruturais do trabalho não são as melhores, profissionais são obrigados a se sujar muito, nem todo mundo sabe quanto se ganha e tem-se o estereotipo de que todo material é vendido por centavos, etc.

Mas, com a mudança dos traços culturais e da economia do país, catadores como outras inúmeras atividades antes vistas como marginalizadas vem sendo mais aceitas.

A classe média está cada vez mais participante neste mercado, muitas pessoas vem virando sucateiras, donas de ferro velho e até catadores mesmo, pois está sendo uma atividade promissora e que vem dando retorno a muitas familias.

Também o aumento na consciência ambiental da classe média, está fazendo com que haja popularização deste segmento, mas porque mesmo em um contexto de popularização do segmento, ainda há preconceito?

Iremos durante essa semana realizar e formular diversas matérias sobre a atividade, discutindo dilemas e como a sociedade vem se posicionando diante do catador, quebrar as falsas impressões e desvendar os mitos por trás da atividade, mostrar exemplos de sucesso, entender porque alguns profissionais evoluem e outros não, enfim tudo que estiver relacionado a esse panorama.

QUARTA FEIRA: Os preços não são tão pequenos
                              Quanto ganha um catador?
                              Problemas na comercialização, quem se beneficia de fato


QUINTA FEIRA: A maioria é marginal
                            Com esforço e politicas públicas se lucra e se recupera
                            Tudo ajuda é só querer


SEXTA FEIRA: Curt o homem que na Suécia mudou a forma de como olhavam um catador
                          Lá a coisa é diferente
                          Cases: Europa, América do Sul, América do Norte, Ásia, África a catação pelo mundo

SÁBADO: FÁBIO FERREIRA O HOMEM DO PATRIMÔNIO DE MAIS DE 100 MIL REAIS, TROCOU ANTIGA ATIVIDADE PELA CATAÇÃO E SALVOU ESTA PÉROLA PATRIMONIAL.

                  MANOEL BRAGA: PEQUENA ESTRUTURA MIRABOLANTE E CONSCIÊNCIA DE GRANDE EMPRESA/INDÚSTRIA DE RECICLAGEM.

DOMINGO: O ciclo do lixo
                     As cooperativas as instituições que mais crescem no MEI.

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