sábado, 17 de agosto de 2013

HISTORIA DE SUCESSO DE UM EX MOTORISTA

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CONTEÚDO EM PORTUGUÊS: 


HISTÓRIAS DE SUCESSO 

Kuatro Kantos 3 (Foto: Raul Zito/G1)


Ex-motorista de ônibus cria chinelo de dedo 'quadrado' e vira empresário "famoso".



Há aproximadamente um ano, um sinal vermelho de trânsito causou uma reviravolta na vida do ex motorista Moisés Dias Pena, de 54 anos, despertando-lhe uma ideia que o tornou empresário após 18 anos de trabalho na profissão anteriormente citada. 

Parado no farol, ele viu uma mulher andando com chinelos tradicionais, mas que deixavam os dedos escaparem para fora do calçado. Para evitar a situação, ele teve a ideia de fabricar chinelos “quadrados”, e criou uma marca chamada Kuatro Kantos.


“Eu dirigia aqueles ônibus biarticulados. (...) Estava parado no farol, tinha um monte de pessoas passando em direção ao shopping, em direção ao trabalho. Naquela hora, ia passando uma moça, ela estava com uma sandália no pé. O dedo dela estava para fora”, explica. Foi quando ele teve a ideia: “já pensou se no pé daquela moça tivesse uma sandália quadrada?”, conta o empreendedor. De acordo com Moisés, o chinelo "quadrado" é bem confortável porque o pé fica "completamente distribuído pelo solado".

Um ano depois, com a patente do produto e sua marca já registrada, a empresa viu a produção mensal saltar de 80 para 800 pares, fora as 5 mil unidades vendidas durante um evento chamado de feira de calçados e acessórios de moda que aconteceu na semana passada, em São Paulo, a Couromoda.
Antes do evento, os modelos já faziam tanto sucesso que eram vendidos em quatro lojas espalhadas pela Grande São Paulo, cidade que reside há 18 anos, além de comercializados por 15 sacoleiras. Na feira, contudo, foram fechados negócios com aproximadamente 30 lojistas de diferentes estados e do interior de São Paulo. “Essa feira foi a maior abertura de portas”, diz o empresário.
Moisés, entretanto, relata que o caminho até a venda do primeiro par não foi fácil. Após ter a ideia do produto, ele diz que não via a hora de chegar em casa para contar à esposa. “Ela falou, ‘sandália quadrada? Mas não tem’”, revela. “Eu falei, é claro que não tem, se tivesse, Deus não tinha me dado a ideia” - muito religioso, o empresário faz questão de ressaltar, o tempo todo, que foi graças a Deus que criou a sandália. “Ele direcionou tudo, e só designou Moisés para que ele colocasse em prática.”
Kuatro Kantos 2 (Foto: Arquivo Pessoal)Moisés comprou o maquinário com o dinheiro que ganhou da indenização; um ano após a criação, a empresa, que era de fundo de quintal, vai mudar para um novo espaço (Foto: Arquivo Pessoal)
Protótipo de pneu

O primeiro protótipo foi desenvolvido com borracha de pneu. O empresário conta que não tinha dinheiro para comprar uma placa inteira de E.V.A, que custava R$ 60 (o pedaço da borracha do pneu foi R$ 8). “Cheguei em casa, peguei o estilete, cortei quadrada do jeito que Deus me deu a ideia, peguei a furadeira, furei os três furos em cada pé, fui na feira, comprei um par de alças e montei. Quando minha esposa chegou do trabalho e viu, ela falou, ‘é esse tribufu?’”, relata. “Eu falei, calma, é só um modelo.”

Ele foi atrás de patentear a invenção e também registrou a marca Kuatro Kantos. A inspiração para o nome surgiu certa noite, antes de dormir. “Eu estava deitado na minha cama e aí olhei para o teto. Pensei, o teto é quadrado e minha sandália é quadrada, aí pensei, são quatro cantos”, explica. A grafia com K foi escolhida para diferenciar a marca.
Quando minha esposa chegou do trabalho e viu [o chinelo quadrado] ela falou, ‘é esse tribufu?’"
Moisés Dias Pena
“Desenvolvendo o projeto, a minha esposa depois que viu que a sandália ficou bonita no E.V.A. Aí. ela pegou uma florzinha e colocou na alça. Ela disse, ‘vai ficar legal se a gente customizar, dá um dinheiro a mais, agrega valor ao produto”, explicou. “Ela e a minha cunhada começaram colocando as flores, misturando cores, tanto da alça como o solado."
Com o projeto pronto, o então motorista de ônibus se deparou com um impasse: não tinha o dinheiro necessário para comprar as máquinas. “Eu corri atrás, patenteei, registrei a marca (...), deu tudo certo, mas não tinha um centavo para desenvolver.”
O empresário revela, porém, que conseguiu o dinheiro logo em seguida, quando uma notícia que era para ter sido ruim veio em momento certo: ele foi mandado embora da empresa de ônibus e recebeu a indenização. Moisés garante que não havia comentado nada com o chefe sobre a ideia de abrir a fábrica e também diz que não pediu para ser mandado embora. “A demissão veio, comprei o maquinário e uma tonelada de borracha.’ O investimento foi de R$ 12 mil.
Desde então, o empresário dedica todo o seu tempo para a fabricação dos chinelos de dedo quadrados.  As vendas começaram no boca a boca e depois surgiram as sacoleiras e as lojas.
Do salário de R$ 1,4 mil que ganhava como motorista, Moisés viu o faturamento chegar a R$ 8 mil em dezembro. Só na feira, foram vendidos R$ 32 mil em produtos.
O modelo mais simples custa, no preço final ao consumidor, R$ 27. As sandálias femininas customizadas saem por até R$ 50 cada (há modelos com flores, pedrinhas e até pelo sintético).
O filho Vinicius Batista Pena, a cunhada Wanesca Batista, Moisés e a esposa Valdete Batista Pena compõem a empresa familiar (Foto: Arquivo Pessoal)
O filho Vinicius Batista Pena, a cunhada Wanesca

Batista, Moisés e a esposa Valdete Batista Pena

compõem a empresa (Foto: Arquivo Pessoal)
De lá para cá, a esposa do empresário também abandonou o emprego que tinha há anos como bancária para se dedicar à administração da empresa. O filho do casal, de 21 anos, é responsável pela parte de tecnologia e a cunhada, pela parte comercial e de marketing.
A empresa familiar, inclusive, está de mudança. Do fundo do quintal da casa de Moisés, na Penha, Zona Leste de São Paulo, ganhará um espaço comercial no mesmo bairro, com direito a escritório e loja de fábrica.
De acordo com Wanesca Batista, a cunhada do empresário, é preciso aumentar a produção, já que foram fechados muitos negócios com lojistas de diferentes estados e interior de SP durante a feira do setor. “A feira mudou o cenário, a gente já teve que sair correndo para contratar mão de obra”, afirma.
O empreendedor acabou de contratar o primeiro funcionário para ajudá-lo na fabricação. Além disso, estão sendo contratadas mais artesãs para confeccionar os adereços das sandálias femininas. “Já falamos com o contador e vamos mudar o registro para empresa de pequeno porte”, diz. O cadastro inicial é de Microempreendedor Individual (MEI).
Cearense, Moisés revela que chegou a São Paulo com 23 anos e sempre foi motorista de ônibus, até abrir a Kuatro Kantos. “Eu amo o que eu faço, mas eu também amava ser motorista de ônibus”, diz. Hoje, ele afirma que espera que a empresa continue crescendo. “Eu só peço que Deus continue a abençoar do jeito que tem abençoado até hoje".


CONTENIDO EN ESPAÑOL: 



LÁ TAMBÉM HÁ EMPRESÁRIOS INDIVIDUAIS.

POR:



Descripción

Es una persona física que realiza de forma habitual, personal, directa, por cuenta propia y fuera del ámbito de dirección y organización de otra persona, una actividad económica o profesional a título lucrativo, dé o no ocupación a trabajadores por cuenta ajena.
Número de sociosResponsabilidadCapitalFiscalidad
1IlimitidaNo existe mínimo legalIRPF (rendimientos por actividades económicas)

Marco legal

Características

  • Control total de la empresa por parte del propietario, que dirige su gestión.
  • La personalidad jurídica de la empresa es la misma que la de su titular (empresario), quien responde personalmente de todas las obligaciones que contraiga la empresa.
  • No existe diferenciación entre el patrimonio mercantil y su patrimonio civil.
  • No precisa proceso previo de constitución. Los trámites se inician al comienzo de la actividad empresarial.
  • La aportación de capital a la empresa, tanto en su calidad como en su cantidad, no tiene más límite que la voluntad del empresario.

Ventajas

  • Es una forma empresarial idónea para el funcionamiento de empresas de muy reducido tamaño.
  • Es la forma que menos gestiones y trámites ha de hacer para la realización de su actividad, puesto que no tiene que realizar ningún trámite de adquisición de la personalidad jurídica.
  • Puede resultar más económico, dado que no crea persona jurídica distinta del propio empresario.

Inconvenientes

  • La responsabilidad del empresario/a es ilimitada
  • Responde con su patrimonio personal de las deudas generadas en su actividad.
  • El titular de la empresa ha de hacer frente en solitario a los gastos y a las inversiones, así como a la gestión y administración.
  • Si su volumen de beneficio es importante, puede estar sometido a tipos impositivos elevados ya que la persona física tributa por tipos crecientes cuanto mayor es su volumen de renta, mientas que las sociedades de reducida dimensión (menos de 8 millones de € de cifra de negocios) tributan al tipo del 25% sobre los primeros 120.202,41 € de beneficios.

Autónomo dependiente

La figura del trabajador autónomo económicamente dependiente es un tipo particular de empresario individual, se regula en la Ley 20/2007, de 11 de julio del estatuto del trabajo autónomo, donde se le define como que aquel que realiza una actividad económica o profesional a título lucrativo y de forma habitual, personal directa y predominante para una persona física o jurídica denominada cliente, del que dependen económicamente, en al menos, un 75% de sus ingresos.
El contrato entre ambos ha de realizarse obligatoriamente por escrito y deberá registrarse en la oficina pública correspondiente.
El contrato tiene por objeto la realización de la actividad económica o profesional del trabajador autónomo económicamente dependiente pudiendo celebrarse para la ejecución de una obra o serie de ellas o para la prestación de uno o más servicios.

Libros obligatorios

Estos libros dependerán del régimen fiscal concreto a que esté sometido el empresario, a tenor de la Ley 35/2006, de 28 de noviembre, del Impuesto de la Renta de las Personas Físicas y de modificación parcial de las leyes de los Impuestos sobre Sociedades, de la Renta de no Residentes y sobre el Patrimonio.
  • Si su régimen fiscal es de Estimación Directa y se dedica a una actividad industrial, comercial o de servicios, deberá llevar los libros oficiales del Código de Comercio (Art.25 del Código de Comercio), que deberá legalizar en el Registro mercantil.
    Estos libros son:
    1. Libro Diario.
    2. Libro de Inventarios y Cuentas anuales.
  • Si su régimen fiscal es de Estimación directa simplificada, deberá llevar Libros Fiscales, sin ser necesaria la llevanza de los de Comercio (cuya obligatoriedad quedaría cubierta por la de aquellos). Estos Libros fiscales son:
    1. Ventas e Ingresos.
    2. Compras y Gastos.
    3. Registro de Bienes de Inversión.
  • Si el empresario está acogido al régimen de Estimación Objetiva, no está obligado a llevar libro alguno, si bien debe conservar los justificantes de sus operaciones. En el caso de que aplique deducción por amortizaciones debe llevar un libro de Registro de Bienes de Inversión

Responsabilidad del empresario individual

El empresario individual realiza la actividad empresarial en nombre propio, asumiendo los derechos y obligaciones derivados de la actividad. Su responsabilidad frente a terceros es universal y responde con todo su patrimonio presente y futuro de las deudas contraídas en la actividad de la empresa.
Si el empresario o empresaria están casados puede dar lugar a que la responsabilidad derivada de sus actividades alcance al otro cónyuge. Por ello hay que tener en cuenta el régimen económico que rige el matrimonio y la naturaleza de los bienes en cuestión.
  • Los bienes privativos del empresario quedan obligados a los resultados de la actividad empresarial.
  • Los bienes destinados al ejercicio de la actividad y los adquiridos como consecuencia de dicho ejercicio, responden en todo caso del resultado de la actividad empresarial.
  • En el régimen de bienes gananciales, cuando se trata de bienes comunes del matrimonio, para que éstos queden obligados será necesario el consentimiento de ambos cónyuges. El consentimiento se presume cuando se ejerce la actividad empresarial con conocimiento y sin oposición expresa del cónyuge y también cuando al contraer matrimonio uno de los cónyuges ejerciese la actividad y continuase con ella sin oposición del otro.
  • Los bienes propios del cónyuge del empresario no quedarían afectos al ejercicio de la actividad empresarial, salvo que exista un consentimiento expreso de dicho cónyuge.
En todo caso, el cónyuge puede revocar libremente el consentimiento tanto expreso como presunto.
En este sentido, si bien el empresario individual no está obligado a inscribirse en el Registro Mercantil, puede ser conveniente inscribirse en él, entre otras razones para registrar los datos relativos al cónyuge, el régimen económico del matrimonio, capitulaciones, así como el consentimiento, la revocación u oposición del cónyuge a la afección a la actividad empresarial de los bienes comunes o los privativos.

Capital

No existe mínimo legal

Fiscalidad

IRPF (rendimiento por actividades económicas)

Creación de la empresa por Internet

La creación de empresas por Internet ofrece la posibilidad de realizar los trámites de constitución y puesta en marcha del empresario individual por medios telemáticos, evitando así desplazamientos al emprendedor y produciendo un ahorro sustancial en tiempo y costes. Para ello deberá cumplimentar el Documento Único Electrónico (DUE) bien Ud mismo conectando a través de Internet (deberá disponer de certificado digital), o bien acudiendo a nuestros Puntos de Asesoramiento e inicio de Tramitación (PAIT) en los que recibirá ayuda para cumplimentarlo. Los únicos desplazamientos a realizar son al PAIT correspondiente, si se escoge este sistema y a la Notaría.
Una vez iniciado el trámite, UD. podrá consultar, a través de Internet y previa autenticación, el estado de su expediente. Además, si lo desea, recibirá a través de su teléfono móvil mensajes comunicándole la finalización de los trámites más significativos.
Pasos que se realizan a través de la tramitación telemática:
Pasos obligatorios que forman el procedimiento telemático

Paso 01 - Cumplimentación del Documento Único Electrónico (DUE)

Al igual que en las sociedades, una vez que el emprendedor ha sido informado de cómo poner en marcha su iniciativa empresarial y decide constituir su empresa individual de manera telemática, el primer paso es la cumplimentación del DUE con todos los datos necesarios para la tramitación.
Para ello, el emprendedor puede cumplimentar el DUE de forma personal a través de Internet (con un certificado digital) o acudir a un Punto de Asesoramiento e Inicio de Tramitación (PAIT) donde un técnico PAIT le informará acerca del procedimiento y cumplimentará el DUE, aportando la documentación necesaria. La cumplimentación del DUE se realizará con el Programa de Ayuda a la Cumplimentación del DUE (PACDUE).
El Documento Único Electrónico una vez cumplimentado, inicia la tramitación telemática. A partir de este momento, el sistema de tramitación telemática (STT-CIRCE) envía a cada organismo interviniente en el proceso vía Internet, la parte del DUE que le corresponde para realizar el trámite de su competencia.

Paso 02 - Trámites en la Seguridad Social

Los trámites de Seguridad Social se ponen en marcha a través del STT-CIRCE cuando se haya enviado el DUE. El DUE se envía a la Tesorería General de la Seguridad Social o al Instituto Social de la Marina (TGSS/ISM), para generar los Códigos de Cuenta de Cotización, afiliar en su caso y dar de alta al empresario y a los trabajadores del empresario individual, si los hubiere. La TGSS/ISM devuelve al STT-CIRCE los Códigos de Cuenta de Cotización; si procede, los Números de Afiliación de socios y trabajadores y, por último, dará de alta a los mismos.
Hay que señalar, que el PACDUE, mencionado en el Paso 1, realiza un pre-encuadramiento en el Régimen de Seguridad Social correspondiente en función de los datos introducidos en el DUE facilitando considerablemente la realización de los trámites que competen a la Tesorería General de la Seguridad Social y al Instituto Social de la Marina (TGSS/ISM).

Paso 03 - Comunicación del inicio de actividad a la Agencia Tributaria

En el momento en el que se envía el DUE, también se comunica el inicio de actividad del empresario individual a la Administración Tributaria competente, mediante el envío de la Declaración Censal.
Pasos complementarios

Paso 01 – Inscripción de ficheros de carácter personal en la Agencia Española de protección de datos

Por ley, las empresas están obligadas a notificar a la Agencia Española de Protección de datos la posesión de ficheros con datos de carácter personal.
La inscripción en la Agencia de Protección de datos de estos ficheros se realizará siempre que el emprendedor lo haya solicitado en el formulario del DUE.

Paso 02 – Solicitud de reserva de Marca o Nombre Comercial en la Oficina Española de Patentes y Marcas

La solicitud de reserva de Marca o Nombre Comercial en la Oficina Española de Patentes y Marcas (OEPM), se realiza desde el STT-CIRCE si el empresario lo desea. Una vez realizada la solicitud, la Oficina Española de Patentes y Marcas continuará con el procedimiento administrativo necesario para el registro del signo distintivo.
El registro de una marca o un nombre comercial otorga a la empresa el derecho exclusivo a impedir que terceros comercialicen productos/servicios idénticos o similares con el mismo signo distintivo.

Paso 03 – Solicitud de Licencias en el Ayuntamiento.

En aquellos ayuntamientos que colaboran con CIRCE se realizará la solicitud de las licencias pertinentes en función del tipo de actividad de la empresa.
Pasos no incluidos en el procedimiento telemático
Existen una serie de trámites necesarios para constituir un empresario individual que todavía no están cubiertos por CIRCE. Entre ellos:
  • La comunicación de los contratos de trabajo al Servicio Público de Empleo Estatal.
  • La comunicación de la apertura del Centro de Trabajo.
  • La obtención y legalización de los libros.

Documentación

Documentación necesaria

Documentación necesaria para proceder a la constitución y puesta en marcha de la empresa a través de Internet
  • Original y fotocopia del D.N.I. del empresario y de los trabajadores si los hubiera.
  • Original y fotocopia de la Tarjeta de la Seguridad Social del empresario y de los trabajadores, si los hubiera, u otro documento que acredite el número de afiliación a la Seguridad social.

Otros datos a tener en cuenta

  • Epígrafe AE (Actividades Económicas).
  • Datos del domicilio de la empresa y de la actividad empresarial (incluido: metros cuadrados del lugar de la actividad, código postal y teléfono).
  • Para adscripción al Régimen Especial de Trabajadores Autónomos: base de cotización elegida y Mutua de AT-EP.

Casos particulares

  • Extranjeros sin DNI: NIE Comunitario o NIE y permiso de residencia y trabajo por cuenta propia.
  • Si el empresario está casado : DNI o NIE del cónyuge y régimen del matrimonio
  • Para contratación de trabajadores: contrato o acuerdo de contratación o autorización para cursar el alta en la Seguridad Social.



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